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Convento de Cristo

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O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários

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Condenado por se fazer passar pela mãe morta

Um norte-americano foi condenado por fraude depois de ter sido provado em tribunal que recebeu quase 88 mil euros em pensões da sua mãe falecida há seis anos. A pena pode chegar aos 83 anos de prisão.
  
Irene Prusik morreu em 2003, com 73 anos, e seu filho, Thomas Prusik-Parkin, de 51, aproveitou para lucrar com a morte da mãe.
Entregou dados falsos sobre a mãe à agência funerária, criou um bilhete de identidade falso e, com a ajuda de um cúmplice, que fingia ser sobrinho da senhora, burlou o Estado.
Com a ajuda de adereços como óculos de sol, perucas, maquilhagem, bengala e vestidos, Parkin ia, todos os meses, receber a pensão da mãe. O esquema durou seis anos, até ser detido, em 2009.
O Ministério Público de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, classificou o crime como uma "fraude sofisticada".
Além de receber a pensão, Parkin ainda tentou alegar a falência da mãe para receber quase 30 mil euros.

Fonte: Diário Notícias

A mulher que mordeu o cão


Uma jovem de 19 anos foi acusada de crueldade animal, nos Estados Unidos, por ter mordido o seu bulldog quando estava embriagada. Fonte da polícia informou que "O bulldog depois mordeu-lhe para se defender". Os vizinhos da jovem chamaram a polícia depois de terem ouvido gritos. A jovem foi depois detida por consumo de álcool antes da idade legal, 21 anos nos EUA. Resta saber como é que um cão que tem na sua raça nome de touro, se deixa morder pela sua dona. Era amor incondicional. Era, porque deixou de ser, pelo menos por parte do cão.

Maquina de vending de cannabis

A polícia da Nova Zelândia descobriu uma máquina de distribuição de saquetas de cannabis a 20 dólares neozelandes (cerca de 12,30 euros) por unidade num bar em New Lynn, nos arredores de Auckland, no norte do país.
Esta operação, culminou na detenção de quatro pessoas e apreensão de 27 mil dólares em dinheiro, 700 gramas de cannabis e cachimbos, informou, esta sexta-feira, a polícia neo-zelandesa.
O consumo de cannabis é ilegal na Nova Zelândia, apesar de vários estudos revelarem que esta é a terceira droga mais consumida no país, depois do álcool e tabaco.
O engenho humano não tem limites, e relança mais uma vez o debate da legalização das drogas leves.

Rapaz com cartaz "sou labrão"

Um pai forçou o filho de 12 anos a exibir num local público um cartaz com a seguinte inscrição: "Sou ladrão. Roubei dinheiro a um familiar."
A insólita situação ocorreu em Denver, no estado norte-americano do Colorado, como punição pelo rapaz ter tirado 100 dólares da carteira de um primo. "Ele é um bom rapaz. É a primeira vez e espero que seja a última que faz algo do género", afirmou o pai do menor.
Um caso de educação à moda antiga.

Morar no WC

Um WC público, convenientemente remodelado, é a casa de uma família há já seis anos em Shenyang, no Noroeste da China. 
Zeng Lijun, de 33 anos, a sua esposa e o filho com apenas 14 meses moram numa casa de banho de 20 metros quadrados. O chefe de família refere à imprensa chinesa que se sente satisfeito com a sua atual morada e fala como colocou uma cama sobre uma banheira (tapada com tábuas) e como a televisão permanece numa mesa, cujos apoios são urinóis.
As paredes desta "casa" são os separadores de madeira das casas de banho públicas e, numa tentativa de disfarçar o local, taparam-nas com fotos do Michael Jackson, postais chineses para atrair a sorte, entre outros ornamentos.
"A minha vida é melhor agora que antes", comentou o imigrante rural.
Apesar de o espaço ser público e de já não estar em utilização há muito tempo, Zeng Lijun e a família não moram naquele espaço de graça. Anualmente pagam 8 mil iuanes, cerca de 800 euros.

Não deem ideias ao ministro das finanças, senão vai começar a alugar as casas de banho dos serviços públicos ou ainda pior, cobrar para fazer o xixi.

Origem: Jornal de notícias

CONDENADA POR SER VIOLADA

Uma jovem afegã de 21 anos vive o maior dilema da sua via: ou cumpre pena de prisão por ter sido violada por um homem casado, ou casa com o agressor para sair da prisão.
Há dois anos, a jovem de nome Gulnaz foi violada pelo marido de uma das primas. A vítima contou à estação BBC como aconteceu: «Quando a minha mãe saiu de casa, ele veio até minha casa e fechou as portas e as janelas. Eu comecei a gritar mas ele calou-me, tapando-me a boca com as mãos.»
Gulnaz acabou por ser condenada a 12 anos de prisão, por ter sido violada por um homem casado e assim ter desonrado o nome da família. Posteriormente a pena foi reduzida para três anos de cadeia, sentença que cumpre com a criança que entretanto nasceu como consequência do ato.
Num país tão conservador como o Afeganistão, a lei é clara. A acusada pode não cumprir a pena mas para isso terá que casar com o agressor e começar uma nova vida com ele.
«Perguntaram-me se eu estava disposta a começar uma nova vida de liberdade casando-me com este homem. A minha resposta foi que há um homem que me desonrou e que eu quero ficar com esse homem», disse Gulnaz à CNN.
A jovem justifica a sua decisão com o futuro da filha, uma vez que, considera, só assim poderão permanecer juntas e em liberdade.
Mas segundo adianta a CNN a escolha de Gulnaz não a livra de perigo, uma vez que a família do atacante ou mesmo a sua própria família poderão querer matar a jovem por ter desonrado o nome familiar.
Casos como o de Gulnaz são comuns no Afeganistão mas este tornou-se notícia após uma disputa entre a UE e uma equipa de realizadores contratados pela própria União Europeia para levarem a cabo uma série de documentários sobre os direitos das mulheres no Afeganistão.
Depois de mostrarem as filmagens aos responsáveis da UE, estes decidiram cancelar o projeto afirmando que essas mulheres poderiam ser identificadas e sofrer represálias.

CLUBE DAS MULHERES SUBMISSAS

Na Malásia, um país largamente islâmico foi criado o “Clube das esposas submissas” constituído por um grupo de mulheres islâmicas, que pretendem ensinar outras mulheres islâmicas a submeterem-se aos seus maridos, porque consideram que a maior parte dos problemas sociais se deve à insatisfação sexual dos homens. Este grupo tem causado indignação na Malásia, Indonésia e Singapura, onde já se instalaram. O conselho Religioso Islâmico de Singapura classificou o grupo de míope considerando que “a felicidade no matrimónio está para além de receber plena satisfação sexual pela parte da esposa”. A Diretora da sede na Malásia, Fauziah Ariffin explicou que a prostituição, a violência domestica, o trafego humano e o abandono de bebés será travado se as mulheres conseguirem ser “uma boa prostituta para o seu marido servindo-o melhor que uma meretriz de luxo”. Esclareceu ainda que “…não são prostitutas de rua, que só podem proporcionar bom sexo, mas não amor e afeto, coisas que só uma esposa pode dar”. Vários setores da sociedade reagiram afirmando que os problemas da sociedade não acabam se as mulheres forem boas na cama.
O clube ligado a uma organização chamada Global Ikwhan, tem planos de se expandir para a europa, implantando-se nas principais capitais europeias para “ajudarem as mulheres europeias a serem boas prostitutas para os seus maridos”.

Estacionamento só para mulheres

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O autarca Gallus Strobe do município de Triberg, na região da Floresta Negra na Alemanha, por considerar que os homens são mais hábeis ao volante e as mulheres não, decidiu separar os sexos num parque de estacionamento municipal.

Monstro das bolachas é vegetariano

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Lembram-se do monstro das bolachas da Rua Sésamo? Pois parece que vai ter que mudar o nome para monstro dos legumes.

Torrada com 31 anos vendida

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Uma fatia de pão que terá sobrado do pequeno-almoço que o filho da rainha Isabel II comeu no dia do seu casamento com Lady Di foi vendida, dia 20 de Julho, por 343 euros.

Tamanho do pénis condiciona o PIB

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O economista finlandês Tatu Westling decidiu analisar a correlação entre o tamanho do órgão sexual masculino e o crescimento económico.